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Saúde LUTA PELA VIDA

Menina que precisa de doador de medula procura pelo pai maranhense

Geovana Dias, de 12 anos, de Três Lagoas (MS), é portadora de disceratose congênita e aplasia medular óssea.

27/08/2020 08h51 Atualizada há 4 semanas
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Por: Imperlove Fonte: IMIRANTE.COM
Menina que precisa de doador de medula procura pelo pai maranhense

Aos nove anos de idade, Geovana Dias, hoje com 12 anos de idade, foi diagnosticada com disceratose congênita, que afetou seus tecidos e causou os sintomas de atrofia das unhas e manchas na pele. Em decorrência da disceratose, ela tem a aplasia medular óssea, que consiste na não produção das células sanguíneas, tendo tonturas e sangramentos espontâneos e necessitando de transfusões de sangue para sobreviver.

O risco de hemorragia é alto e o portador acaba ficando com baixa imunização no corpo, tornado-se uma pessoa sensível a fatores externos, além de o organismo ser fadigado. Apenas o transplante de medula pode salvar Geovana, que mora em Três Lagoas (MS). E, depois que provou-se que a mãe e o irmão não eram compatíveis, iniciou-se uma busca pela família paterna de Geovana.

Porém, Neide, a mãe da menina, não tem notícias do pai de Geovana há anos. O que se sabe é que o pai, que se chamava Geovane, dizia ser do Maranhão. Ele tinha pele, olhos e cabelos claros, estatura baixa, magro, tinha na época em torno de 24 anos e trabalhou em terraplanagem, por isso, já houve tentativas de localização por meio de empresas.

Do diagnóstico ao tratamento exaustivo

Aos seis anos de idade, a menina apresentou os primeiros sintomas como atrofia das unhas e manchas na pele. Três anos depois, após ser consultada por vários centros médicos recebeu o diagnóstico da doença na cidade de São José do Rio Preto, quando então foi encaminhada para a cidade Ribeirão Preto que é onde ela é acompanhada até hoje.

Geovana é levada com frequência para Ribeirão Preto (SP), porém, em razão da pandemia e a condição frágil de saúde, ela tem realizado o acompanhamento apenas em Três Lagoas, onde é internada com frequência para fazer as transfusões de sangue, uma vez que seu organismo não produz mais as células sanguíneas.

Na quarta-feira (26), Geovana está hospitalizada, porque começou a sentir-se muito mal, característica comum de quando seus níveis sanguíneos já estão muito baixos, então passará a receber novas transfusões esta semana.

Busca por doador

Por meio de redes sociais, o perfil criado para contar a história e ilustrar com fotos e vídeos a luta de Geovana tem sido utilizado também como forma de procura por um doador de medula óssea que possa salvar a vida da menina. O pai ou parente paterno seria o doador ideal.

“A Geovana precisa apenas de um doador, acreditamos que algum familiar da família paterna possa ser compatível, mas não, necessariamente, o pai, estamos sendo assistidos por especialistas”, informou, por e-mail, a assessoria jurídica que cuida do caso da Geovana. “Nossos esforços estão sendo despendidos, igualmente, para melhorar as chances da Geovana a inserindo no Banco Mundial de Medula Óssea, além de estarmos solicitando à população para que doe medula, é um gesto simples, que pode salvar a vida de muitas pessoas que estão em situação igual a da Geovana”, completa.

https://www.instagram.com/diasdege/?utm_source=ig_embed&ig_mid=93C83D62-A796-40A6-A21D-A592CE65C1CC

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